Crédito da fotografia: Luísa Homem

Luísa Homem

 

Residência Artística  

4 a 31 de maio de 2026

 

Atelier Aberto: 13 de junho de 2026, às 18H00
Pó de Vir a Ser

Luísa Homem apresenta dia 13, no seu atelier aberto, a impressão de fotogramas do início do filme Suzanne Daveau (mãos/pedras de coleção), juntamente com uma exposição da sua coleção de pedras, o diário gráfico da residência artística na Pó de Vir a Ser e as esculturas aqui produzidas por ela: esfera, caldeiras, paisagens. Irá ainda partilhar a ideia de um filme a produzir nos próximos meses e que apresentará no outono, na Pó.

 

Entrada livre.

Luísa Homem

Realizadora, montadora e produtora sócia-fundadora da produtora TERRATREME Filmes. Na realização destacam-se os filmes SUZANNE DAVEAU, sobre a vida e obra de uma geógrafa, ANIM, uma visita ao Arquivo Nacional das Imagens em Movimento, a série televisiva UM DIA NO MUSEU sobre Museus de Arte em Portugal e diversas co-realizações documentais AS CIDADES E AS TROCAS, com Pedro Pinho, SÃO TOMÉ: NO TRILHO DOS NATURALISTAS, com Tiago Hespanha e ATLAS DE UM CINEMA AMADOR, com Inês Sapeta Dias. Colaborou na escrita do argumento de A FÁBRICA DE NADA e de O RISO E A FACA, de Pedro Pinho. Como montadora, colaborou com diversos realizadores, entre os quais João Vladimiro, Inês Sapeta Dias, Leonor Noivo, Filipa Reis e João Miller Guerra, Frederico Lobo, Pedro Pinho, Tiago Hespanha, Leonor Teles, Joana Pimenta e Adirley Queirós, Raquel Marques, Maria Mire, Takashi Sugimoto, Miguel Cabral, Ricardo Alves Jr entre outros. Tem em curso a primeira longa-metragem de ficção ASSIM VIVEMOS, o documentário ORLA, uma longa caminhada pelo litoral continental português, CALDEIRÃO um ensaio que revista a história da Ilha do Corvo, co-realizado com Lana Almeida e Daniela Rodrigues, e a escrita do argumento de longa-metragem A CAÇADA com Manuel Bívar. Em 2023, o seu trabalho cinematográfico foi alvo de uma retrospectiva no Batalha Centro de Cinema.

Condição do Campo é um ciclo de residências artísticas que explora a escultura em diálogo com outras formas de arte, como som, fotografia, pintura, desenho, performance e literatura. Esse espaço de experimentação busca novas formas de organizar a pedra e a escultura, expandindo seus limites e refletindo sobre seu significado.
GEOLOGIA DA ATENÇÃO é o programa bienal da Pó de Vir a Ser. A Pó de Vir a Ser é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direcção-Geral das Artes e Município de Évora. Integra a RPAC – Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.
PÓ DE VIR A SER