OFICINA DE VERÃO PARA CRIANÇAS | 6-12 anos

 

24 a 28 de agosto de 2026

Horário: 9h00- 17h00
Pó de Vir a Ser

Da ideia à escultura – Trabalho colaborativo 

A proposta da Pó de Vir a Ser é dar a conhecer técnicas artísticas e construir uma escultura coletiva ao longo desta semana. Iremos utilizar a técnica de papel machê na conceção da peça final, fornecendo ferramentas para a autonomia plástica, e incentivando o trabalho colaborativo. Começaremos por idealizar a obra através de desenhos e debate coletivo para chegar a um resultado final comum.
Todos os materiais são fornecidos pela associação Pó de Vir a Ser.

 

Os nossos objetivos são:

  • Fomentar o trabalho colaborativo: Desenvolver a capacidade de construir em equipa.
  • Iniciação escultórica: Promover o contacto com os materiais e as etapas de elaboração de um projeto escultórico.
  • Aprendizagem técnica: Domínio técnico do papel machê e a exploração das suas diversas aplicações.
  • Reaproveitamento dos materiais: Reutilização de resíduos (cartão, papel, caixas), promovendo a sustentabilidade.
  • Pensamento espacial: Estimular o raciocínio para a criação de um objeto tridimensional a partir de bases bidimensionais.

 

Os almoços e lanches não estão incluídos, devendo ser trazidos de casa. As refeições serão depois servidas / aquecidas pelas orientadoras. 

Seguro não incluido.

 

 

Valores Sugeridos:

50€ / 40€ / 25€

Esta estrutura de valores permite que a atividade seja acessível a todos, independentemente da sua situação financeira. A escolha de um dos valores de contribuição consciente fomenta a inclusão social e fortalece o sentido de comunidade. O contributo de valor mais elevado permite a outros, com menos condições financeiras, a possibilidade de ter acesso à mesma oficina.

Inscrições: geral@podeviraser.pt / 962 553 965

Filipa Madeira é natural de Évora. Estudou escultura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Especializou-se em circo – antipodismo no INAC (V.N. Famalicão). Trabalha atualmente em coletivos de circo em Portugal e na Áustria. Trabalha ainda com adereços e cenografia nos coletivos que integra, bem como com outras companhias nacionais e internacionais. Lecionou workshops de desenho e colagem para crianças em diversas escolas na Suiça, no âmbito do EPE.
Atualmente trabalha na comunicação e mediação artística e cultural da associação Pó de Vir a Ser, em Évora.
Célia Rocha, natural de Évora, é licenciada em Filosofia pela Universidade de Évora e facilitadora de Ateliers de Filosofia para Crianças, formada pela Associação S.E.V.E. (Savoir Être et Vivre Ensemble), em Nîmes. O seu percurso cruza o pensamento filosófico com práticas educativas centradas na escuta, na experiência e no respeito.

Trabalhou como Auxiliar de Educação Infantil, aprofundando a sua formação como Assistente Montessori dos zero aos seis anos e na pedagogia Reggio Emilia, abordagens que alimentam o seu interesse por processos educativos, sensíveis, relacionais e criativos.

Atualmente, integra a Associação Pó de Vir a Ser como Assistente de Produção Cultural, onde participa na conceção e mediação de projetos culturais e educativos, movida pela atenção ao gesto, à palavra e ao encontro.

Condição do Campo é um ciclo de residências artísticas que explora a escultura em diálogo com outras formas de arte, como som, fotografia, pintura, desenho, performance e literatura. Esse espaço de experimentação busca novas formas de organizar a pedra e a escultura, expandindo seus limites e refletindo sobre seu significado.
GEOLOGIA DA ATENÇÃO é o programa bienal da Pó de Vir a Ser. A Pó de Vir a Ser é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direcção-Geral das Artes e Município de Évora. Integra a RPAC – Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.
PÓ DE VIR A SER