Fotografia
Residência de criação SEMENTEIRA - Bolsa de Novas Criações para o Alentejo
A Mulher mais Forte do Mundo, de Filipa Madeira
14-18 de Abril, na Pó de Vir a Ser, Évora
A mulher mais forte do mundo é uma performance que cruza circo contemporâneo e escultura para explorar a relação entre força, memória e identidade no corpo feminino. Inspirada nas mulheres do circo tradicional, que desafiavam normas ao exibirem a sua força, a artista manipula pedras transformando-as em objetos em movimento.
Através de testemunhos recolhidos em cada localidade, o espetáculo tece um diálogo entre o peso da matéria e o das histórias que carrega, questionando: O que significa ser forte? Quem é, afinal, a mulher mais forte do mundo?
Ficha Técnica e artística
Direção e interpretação: Filipa Madeira
Olhar externo: Leonardo Shamah
Música: Helena Nogueira e Marco Massano
Desenho de som: Carolina Lecoq
Desenho de luz: Naiana Padial
Fotografia: Maria Leonardo Cabrita
Direção técnica e operação: João Nunes
Comunicação: Luís Coelho
Produção: Antípoda Ac.
Co-Produção: O Espaço do Tempo, Alma d’Arame, Pó de Vir a ser e o Cae Portalegre, C.M.Viana do Alentejo, C.M. Mértola
Co-Produção de Residência: Um coletivo
Financiamento: Governo de Portugal/Direcção Geral das Artes, Câmara Municipal de Évora e Fundação Eugénio de Almeida.
Filipa Madeira (n. 1996, Évora) iniciou o seu percurso artístico no ensino secundário, em Artes Visuais. Mudou-se para Lisboa para aprofundar os seus estudos, frequentando Animação 2D na ETIC e Ilustração e Banda Desenhada no Ar.Co. Foi em 2016 que descobriu o circo no Chapitô, onde começou a praticar acrobacia aérea nos cursos de fim de tarde.
A sua formação continuou na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde estudou Escultura, mas a paixão pelo circo levou-a, em 2021, ao INAC – Instituto Nacional das Artes do Circo, onde se especializou em antipodismo. No ano seguinte, cofundou a companhia Tremoças, que cruza artes circenses com teatro de objetos e formas animadas.
Além da criação e performance, participou em diversos workshops de teatro de marionetas no Museu da Marioneta e de clown com Rui Paixão. Trabalhou na produção de adereços e cenografia para companhias como A Folia, Cendrev e DuoSkandal, funções que também desempenha nas Tremoças.
No INAC, iniciou uma pesquisa sobre a manipulação de objetos não convencionais, explorando balões de hélio, uma mesa de madeira e até uma tábua de engomar. Apresentou espetáculos com as Tremoças em Évora e Santarém, e, a solo, já levou o seu antipodismo a festivais como NICE Festival (Linz, Áustria), TRAP – ZirkusZeit (Viena, Áustria) e o Encontro Português de Malabares (Serpins).
Atualmente, está em processo de criação do espetáculo Alive and Kickin’, de Ariane Oechsner, em Viena, e da performance Ganha-Pão, com o coletivo Os Caladinhos, no Festival Imaginarius (Santa Maria da Feira).
No seu trabalho performático, Filipa procura criar universos visuais ricos, explorando texturas, contrastes e ilusões óticas. O jogo entre pesos, cores e formas é uma constante na sua pesquisa artística.
A sua formação continuou na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, onde estudou Escultura, mas a paixão pelo circo levou-a, em 2021, ao INAC – Instituto Nacional das Artes do Circo, onde se especializou em antipodismo. No ano seguinte, cofundou a companhia Tremoças, que cruza artes circenses com teatro de objetos e formas animadas.
Além da criação e performance, participou em diversos workshops de teatro de marionetas no Museu da Marioneta e de clown com Rui Paixão. Trabalhou na produção de adereços e cenografia para companhias como A Folia, Cendrev e DuoSkandal, funções que também desempenha nas Tremoças.
No INAC, iniciou uma pesquisa sobre a manipulação de objetos não convencionais, explorando balões de hélio, uma mesa de madeira e até uma tábua de engomar. Apresentou espetáculos com as Tremoças em Évora e Santarém, e, a solo, já levou o seu antipodismo a festivais como NICE Festival (Linz, Áustria), TRAP – ZirkusZeit (Viena, Áustria) e o Encontro Português de Malabares (Serpins).
Atualmente, está em processo de criação do espetáculo Alive and Kickin’, de Ariane Oechsner, em Viena, e da performance Ganha-Pão, com o coletivo Os Caladinhos, no Festival Imaginarius (Santa Maria da Feira).
No seu trabalho performático, Filipa procura criar universos visuais ricos, explorando texturas, contrastes e ilusões óticas. O jogo entre pesos, cores e formas é uma constante na sua pesquisa artística.